Legislativo de Extrema trava luta contra a Dengue

Marcinho Vieira, Presidente da Câmara, foi conhecer os trabalhos realizados pelo Setor de Epidemiologia de Extrema

 

Preocupado com a saúde do extremense, o Presidente da Câmara de Extrema/MG, vereador Márcio José Vieira – Marcinho – esteve no Departamento de Epidemiologia da Prefeitura para conhecer mais de perto os trabalhos de combate à dengue. A coordenadora do setor, Ana Lúcia Olivotti, explicou que muitas ações estão sendo tomadas com o objetivo de conscientizar a população sobre os perigos da doença.

“Estamos mobilizando também todos os alunos da rede pública sobre a importância da prevenção, levando explicações sobre a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue”, enfatizou Ana Lúcia. O objetivo da Secretaria de Saúde é que os estudantes sejam multiplicadores e colaboradores na orientação sobre cuidados com os depósitos de água parada, lixo, calhas de chuva e terrenos baldios que contribuem para a proliferação das larvas do mosquito. Mais agentes epidemiológicos também foram contratados com o intuito de aumentar a campanha de conscientização e de informação sobre o combate à doença.

Para Marcinho Vieira, a dengue é um problema de todos.  “Cada cidadão deve fazer a sua parte e as ações desenvolvidas pela Secretaria de Saúde da Prefeitura chamam a atenção de toda a população sobre a importância da limpeza na eliminação dos focos do mosquito – ainda mais neste período de chuvas onde a água empoçada favorece o ambiente de proliferação e desenvolvimento do vetor da doença”, comentou. Ainda de acordo com o Presidente do Legislativo, todo cuidado é pouco. “Devemos travar essa luta contra a dengue porque a saúde é o nosso maior bem. A palavra do momento é conscientização”, frisou.

Além da campanha nas escolas, as equipes do Setor de Epidemiologia estão visitando as casas da cidade e bairros da zona rural. “Estamos distribuindo telas protetoras de caixas d’água para coibir a propagação do Aedes aegypti, além de material explicativo com informações, inclusive, sobre a chikungunya e a zica vírus. As diferenças de cada um estão na intensidade dos sintomas, porém, a dengue é a mais grave. A chikungunya também causa febre e dores no corpo, mas as dores concentram-se principalmente nas articulações. Na dengue, as dores são predominantemente musculares. Alguns sintomas da chikungunya duram em torno de duas semanas; todavia, as dores articulares podem permanecer por vários meses. Casos de morte são muito raros, mas a doença, em virtude da persistência da dor, afeta bastante a qualidade de vida do paciente. Por fim temos a febre zika que causa os sintomas mais leves. Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que a da dengue e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica. Vale frisar, no entanto, que a febre zika relaciona-se com uma síndrome neurológica que causa paralisia , a Síndrome de Guillain-Barré, e também com casos de microcefalia. Recomenda-se que o paciente, durante o tratamento, nos três casos, permaneça em repouso e beba bastante líquido. Alguns medicamentos são indicados para dor, mas não se deve fazer uso de remédios que contenham ácido acetilsalicílico, pois eles podem desencadear hemorragias. Não existem vacinas contra as doenças citadas e a melhor forma de prevenir-se é pela destruição dos locais propícios à multiplicação do mosquito Aedes, garantindo sempre que não haja acúmulo de água parada”, finalizou Ana Lúcia. Saiba outras informações pelo telefone (35) 3435-2849.

DIFERENÇA ENTRE CHIKUNGUNYA , ZICA E DENGUE

chikungunya também causa febre e dores no corpo, mas as dores concentram-se principalmente nas articulações. Na dengue, as dores são predominantemente musculares. Alguns sintomas da chikungunya duram em torno de duas semanas; todavia, as dores articulares podem permanecer por vários meses. Casos de morte são muito raros, mas a doença, em virtude da persistência da dor, afeta bastante a qualidade de vida do paciente. Por fim temos a febre zika que causa os sintomas mais leves. Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que a da dengue e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica. Vale frisar, no entanto, que a febre zika relaciona-se com uma síndrome neurológica que causa paralisia , a Síndrome de Guillain-Barré, e também com casos de microcefalia. Recomenda-se que o paciente, durante o tratamento, nos três casos, permaneça em repouso e beba bastante líquido. Alguns medicamentos são indicados para dor, mas não se deve fazer uso de remédios que contenham ácido acetilsalicílico, pois eles podem desencadear hemorragias. Não existem vacinas contra as doenças citadas e a melhor forma de prevenir-se é pela destruição dos locais propícios à multiplicação do mosquito Aedes, garantindo sempre que não haja acúmulo de água parada”, finalizou Ana Lúcia. Saiba outras informações pelo telefone (35) 3435-2849. (Por Léo Demeter – Jornalista Mtb 13.896 MG; Com informações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e da Ministério da Saúde)

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