Vereadores visitam residencial de Bragança Paulista

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Na manhã da terça-feira, 10/06, o presidente da Câmara de Extrema/MG, José Maria do Couto, o vice Sidney Dias dos Reis, Leandro Marinho – primeiro secretário – e Carlos Renato de Oliveira – segundo secretário da mesa diretora, e os vereadores João Calixto de Morais, Edvaldo de Souza Santos Júnior, Silvio Gomes de Oliveira e Marcio José Vieira foram conhecer as estruturas do Residencial Quintas dos Vinhedos que fica na cidade de Bragança Paulista.

No encontro acompanhado pelo empresário do setor imobiliário e presidente do SINMEC, Silvio Cesarino, os vereadores puderam conferir o planejamento urbanístico e o ordenamento no zoneamento criado no local. Segundo José Maria, devido ao grande crescimento da cidade de Extrema há uma demanda cada vez mais crescente de moradias. “Hoje temos em Extrema um déficit de aproximadamente 1.800 moradias. Um empreendimento desta envergadura, criado na cidade bragantina, pode ser realizado em Extrema oferecendo lotes com 140m2 em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal). A classe trabalhadora operária terá totais condições de construir a tão sonhada casa própria e se livrar de vez do indesejado aluguel”, enfatizou o presidente da Casa de Leis. Ele completou: “A administração pública tem vontade mas não consegue atender a totalidade. Este é um projeto de ação imediata. (…) Estudaremos a possibilidade de ajudar o trabalhador e toda a sua família – e fazer com que todos tenham melhores condições de vida”.

O zoneamento é um tradicional instrumento do planejamento urbano caracterizado pela aplicação de um sistema legislativo que procura regular o uso e ocupação do solo urbano por parte dos agentes de produção do espaço. “Além do próprio operário, queremos que o comerciante também possa ter espaço neste novo empreendimento imobiliário para desenvolver as suas atividades. É uma maneira de impulsionar a economia local e gerar subsídio para que outros setores sejam favorecidos, como o comércio. O zoneamento procura promover mudanças nos padrões de produção e consumo da cidade com a finalidade de diminuir os custos e os desperdícios e também implantar formas sustentáveis de extrair recursos naturais para as cidades”, pontuaram os edis.